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DIÁLOGOS COM UM CALENDÁRIO

de Veronika Boutinova

 

ESTREiA a 17 de Novembro a 46ª produção d' a bruxa TEATRO

17 NOV a 3 DEZ

quarta a sábado | 21h30

Um solitário dialoga com a mulher semi-nua de um calendário erótico preso na sua cozinha. A jovem, originária de África (qualquer semelhança entre as palavras proferidas pela actriz e o seu país de origem, é pura coincidência), logo se transforma para implorar ao homem que case com ela, a fim de facilitar a obtenção de nova nacionalidade num país europeu, onde possa viver pacificamente com o seu filho.

Quem é esta mulher? Uma fantasia? Um corpo de verdade? A memória de uma paixão que o homem quer esquecer apesar das suas promessas de casamento?

Sim, o filósofo careca e Natalina tiveram um amor forte, um amor louco, mas voltando a casa, o europeu vira costas ao altruísmo, demasiado preocupado com a sua liberdade, exibindo a imagem do seu remorso.

Pelo meio, outras mulheres – ou a mesma mulher, em momentos diversos da sua vida dura? – povoam o tempo e o espaço de dois solitários.

Mulheres que tentam afirmar o seu empoderamento num mundo hostil, onde o sexo é a pedra de toque dos relacionamentos – tantas vezes dinamitados – e do poder.

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Texto VERONIKA Boutinova

Tradução JOANA Caspurro

Cenografia e figurinos Pedro FAZENDA

Encenação e Desenho de luz Figueira CID

Assistente de encenação ELSA Pinho

Com DANILSA Gonçalves, Duarte BANZA e APOLLO Neiva

Voz de criança DIOGO Munguambe Fortes

Operação de luz e som HENRIQUE Martins

Construção Carpintaria CME

Imagem do espectáculo e Fotografia de cena LUÍS Cutileiro

Secretariado e Produção VANDA Rufo


 

M/18

Duração 80 minutos


 

Produção a bruxa TEATRO

Coprodução Câmara Municipal de Évora

Estrutura financiada por República Portuguesa - Cultura e DGArtes

Apoios IEFP, Direcção Regional de Cultura do Alentejo, PédeXumbo, Diana FM

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Título 3

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exposição

a bruxa TEATRO: 20 ANOS DE “MUITA MERDA”

17 Nov a 3 Dez

17h-19h/21h-23h30 | quarta a sábado

rua do eborim | espaço celeiros | sala 5

 

Foi a 9 de Setembro de 2002 que tudo começou.

Um apoio do então Instituto das Artes para o espectáculo 'Rindo à Bruta', de Christopher Durang (USA), lançava a primeira pedra de um projecto, de alguma forma inovador: na escolha criteriosa dos textos, de autores, muitas vezes, premiados, na abordagem estética e profissional e, sobretudo, no enorme desafio para a equipa artística. No final, haveria de ficar a beleza das palavras, um realismo poético, tantas vezes com um perfume de absurdo, a ousadia e o risco.

Quarenta e cinco produções.

Uma curta-metragem: 'Pobre de Pedir', realizada por Vítor Moreira.

E o Évora Teatro Fest.

A exposição evocativa dos 20 ANOS da ‘a bruxa TEATRO’ reúne textos, fotografias, objectos cénicos, figurinos e também a colecção de obras de arte, originais, que ao longo destes 20 anos foram criadas - por mais de 3 dezenas de artistas - para serem a imagem de cada uma das produções.

Inauguração 17 de Novembro às 17:00h

A exposição está patente de 17 de Novembro a 03 de Dezembro de 2022

17h – 19h / 21h – 23h30 [de quarta a sábado]

Rua do Eborim, 16 | Espaço Celeiros | Sala 5


 

Produção a bruxa TEATRO

Coprodução Câmara Municipal de Évora

Estrutura financiada por República Portuguesa - Cultura e DGArtes

Apoios Direcção Regional de Cultura do Alentejo, PédeXumbo, Diana FM

Sou um parágrafo. Clique aqui para adicionar e editar seu próprio texto. É fácil.

APNEIA

produção Malvada, Associação Artística

5 a 8 Outubro | 21h30

acolhimento 'a bruxa TEATRO'

 

 

Entre os dias 5 e 8 de Outubro, recebemos a Malvada Associação Artística e a sua mais recente produção teatral, 'APNEIA'.

O espectáculo, com texto e encenação de Ana Luena, conta com interpretação de Helena Baronet, Nuno Nolasco e Rafael Ferreira e música e interpretação ao vivo de Zé Peps.

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O espetáculo APNEIA integra o projeto de cruzamento disciplinar de religação à natureza PLANTA, ao longo do qual também se apresenta uma Escrita Epistolar e uma Exposição Fotográfica, interligados num processo de inteligência distribuída similar ao das plantas.

 

A dramaturgia parte da ideia de jardim como laboratório de experimentação de relações, um espaço delimitado, de conexão com a natureza e de escuta do outro. Na cena aprofundamos o caráter corpóreo intrínseco da noção japonesa de “Ma”, privilegiando a percepção e a visão relacional. É este espaço de coexistência e alteridade que se explora, em que o limite não é uma fronteira que separa mas uma linha permeável.

 

A cena apresenta-se como um ensaio, no duplo sentido de criação e repetição. O processo de extinção começou há muito tempo e decorre a alta velocidade. Podemos desacelerar um pouco, ensaiar a imobilidade, a suspensão voluntária ou involuntária da respiração. Mas os seres humanos só conseguem viver em apneia durante alguns minutos mantendo a lucidez.

 

Somos exemplos de uma espécie em extinção. Fósseis. Não conseguiremos contar-vos linearmente como é que chegamos a esta situação. A despedida do mundo aconteceu sem nos apercebermos. Não houve sequer um fim de festa e por isso choramos. 

 

A alucinação versus o cotidiano ou a alucinação do cotidiano. 

 

O que sabemos nós sobre as plantas? 

O que sabemos de nós?

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Criação Ana Luena e José Miguel Soares

Texto, encenação, cenografia e figurinos Ana Luena

Interpretação Helena Baronet, Nuno Nolasco e Rafael Ferreira

Desenho de luz Pedro Correia

Música e interpretação ao vivo Zé Peps

Design gráfico Joana Areal

Assistência de produção Beatriz Ourique

Coprodução Município de Évora, Teatro Municipal de Bragança, Teatro Municipal de Vila Real

Residência de coprodução O Espaço do Tempo

Fotografia José Miguel Soares

Produção Malvada Associação Artística

Planta tem o Apoio da República Portuguesa – Cultura / Direção-Geral das Artes

 

M/14 

duração aproximada 70 minutos


reservas e serviço bilheteira maa.comunicacao@gmail.com | tlm. 912490351

 

APNEIA | 5 a 8 de Outubro

quarta a sábado | 21h30

Setembro: o mês dos 20 ANOS e dos regressos...

 

 

Foi a 9 de Setembro de 2002 que tudo começou.

Um apoio do então Instituto das Artes para o espectáculo 'Rindo à Bruta', de Christopher Durang (USA), lançava a primeira pedra de um projecto, de alguma forma inovador: na escolha criteriosa dos textos, sempre contemporâneos e, salvo um outro caso, originais em Portugal (com algumas, raras, passagens pelos séculos XVI e XVIII), de autores, muitas vezes, premiados, na abordagem estética e profissional e, sobretudo, no enorme desafio para a equipa artística. No final, haveria de ficar a beleza das palavras, um realismo poético, tantas vezes com um perfume de absurdo, a ousadia e o risco.

Uma ousadia e um risco que, certamente, perdura. Para nosso gaudio e dos espectadores, entidade concreta mas abstracta na diversidade e que dá sentido à nossa existência e a quem, em primeiro lugar, endereçamos um enorme abraço.

Foram 45 produções.

A sua criação deve-se à Câmara Municipal de Évora, ao Ministério da Cultura /DGArtes, à Delegação Regional de Cultura do Alentejo, à Fundação Eugénio de Almeida, ao IEFP, à Luzeiro, à União de Freguesias de Évora, à Diana FM, à PédeXumbo, ao Diário do Sul e Rádio Telefonia, à Ebogest (e ao Joaquim Saiote), à JAP-Escrita, às companhias e autarquias que, nos seus espaços, nos acolheram e a tantos outros que, com elevado sentido de solidariedade e interesse na cultura em Évora, nos apoiaram e apoiam.

Habitamos um espaço, gentilmente disponibilizado pela Câmara Municipal de Évora, em 2003, cedido -- gratuitamente -- a largas dezenas de estruturas nacionais e estrangeiras. O que muito nos orgulha!

Quarenta e cinco produções.

E uma curta-metragem: 'Pobre de Pedir', realizada por Vítor Moreira.

E o ÉVORA TEATRO FEST, cujo êxito em 2021 mereceria que a segunda edição se realizasse, no próximo mês de Outubro, não fosse...

Um esforço hercúleo -- e não apenas físico e intelectual -- que só uma vasta equipa, autores incluídos, poderia concretizar.

A todos eles, o público reconhecimento por nos acompanharem neste caminho.

Em Outubro, quando forem conhecidos os resultados da candidatura aos Apoios da DGArtes, saberemos o que o futuro nos reserva.

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E, regressados de férias, damos início à nova temporada.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 


 

- Em ensaios, aquela que será a 46ª produção:

'DIÁLOGOS COM UM CALENDÁRIO', de Veronika Boutinova (Bulgária).

Na foto, da esquerda para a direita, Danilsa Gonçalves (actriz), Apollo Neiva (actor), Pedro Fazenda (cenografia e figurinos), Figueira Cid (encenação), Elsa Pinho (assistente de encenação) e Duarte Banza (actor).

Estreia prevista para 17 de Novembro.

A programação até final do ano

APNEIA _ teatro

produção Malvada Associação Artística

5 a 8 Outubro | 21h30

a bruxa TEATRO

A CURIOSIDADE DOS ANJOS, de François Cervantés _ teatro

produção a bruxa TEATRO

15 Outubro | 21h30

Festival de Teatro Construção | Centro Cultual da Juventude de Joane

DIÁLOGOS COM UM CALENDÁRIO, de Veronika Boutinova _ teatro

produção a bruxa TEATRO

17 Nov a 3 Dez | 21h30

quarta a sábado | a bruxa TEATRO

20 ANOS DE 'MUITA MERDA' _ exposição

produção a bruxa TEATRO

17 Nov a 3 Dez | 17h-19h e 21h-23h30

quarta a sábado | espaço celeiros, sala 5

NÃO VAIS ENTRAR? _ teatro

produção Lobby Teatro

17 Dezembro | 21h30

a bruxa TEATRO

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